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                    [0] => Introduction: The climate crisis and challenges associated with food security have intensified the debate on the limits of the agro-industrial model and the need to transition to more sustainable agri-food systems. Agroecology has emerged as a counter-hegemonic alternative, articulating socio-environmental justice, ecological diversity, and social innovation. Public universities occupy a strategic position in this process. Living labs are emerging as socio-technical arrangements geared towards the collective construction of knowledge in real contexts. Objective: To analyse the conditioning factors and challenges for the creation and maintenance of an agroecological living lab at a Brazilian public university, the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ). Methodology: The research is qualitative, exploratory and applied, structured as a case study. Bibliographic and documentary research was used, in addition to field research, with semi-structured interviews and analysis of testimonials from actors involved in agroecology on the UFRJ campus. The theoretical-methodological framework articulates the concepts of agroecology, social innovation, living labs and information regime. Results: The results show that UFRJ´s agroecology initiatives are those of a living lab, operating as a complex informational ecosystem, marked by the diversity of actors, informational environments and collaborative practices, but crossed by institutional weaknesses, discontinuities and the absence of integrated information policies. Conclusion: The consolidation of agroecological living labs in public universities requires the strengthening of institutional and informational mechanisms that ensure the continuity of actions and coordination between teaching, research, and extension, contributing to ecological transition and the democratisation of knowledge.@en
                    [1] => Introducción: La crisis climática y los desafíos asociados a la seguridad alimentaria han intensificado el debate sobre los límites del modelo agroindustrial y la necesidad de transición hacia sistemas agroalimentarios más sostenibles. La agroecología se afirma como alternativa contrahegemónica, articulando justicia socioambiental, diversidad ecológica e innovación social. Las universidades públicas ocupan una posición estratégica en este proceso. Los living labs o laboratorios vivos emergen como arreglos sociotécnicos orientados a la construcción colectiva del conocimiento en contextos reales. Objetivo: Analizar los factores condicionantes y los desafíos para la creación y mantenimiento de un living lab agroecológico en una universidad pública brasileña, la Universidad Federal de Río de Janeiro (UFRJ). Metodología: La investigación es cualitativa, exploratoria y aplicada, estructurada como estudio de caso. Se utilizó investigación bibliográfica y documental, además de investigación de campo, con entrevistas semiestructuradas y análisis de testimonios de actores involucrados con la agroecología en el campus de la UFRJ. El marco teórico-metodológico articula los conceptos de agroecología, innovación social, living labs y régimen de información. Resultados: Los resultados evidencian que las iniciativas de agroecología de la UFRJ corresponden a un living lab, operando como un ecosistema informacional complejo, marcado por diversidad de actores, entornos informacionales y prácticas colaborativas, atravesado por fragilidades institucionales, discontinuidades y ausencia de políticas informacionales integradas. Conclusión: La consolidación de living labs agroecológicos en universidades públicas requiere el fortalecimiento de mecanismos institucionales e informacionales que aseguren continuidad de acciones y articulación entre enseñanza, investigación y extensión, contribuyendo a la transición ecológica y democratización del conocimiento.@es
                    [2] => Introdução: A crise climática e os desafios associados à segurança alimentar têm intensificado o debate sobre os limites do modelo agroindustrial e sobre a necessidade de transição para sistemas agroalimentares mais sustentáveis. A agroecologia afirma-se como uma alternativa contra-hegemônica, articulando justiça socioambiental, diversidade ecológica e inovação social. As universidades públicas ocupam posição estratégica nesse processo. Os living labs ou laboratórios vivos emergem como arranjos sociotécnicos orientados à construção coletiva do conhecimento em contextos reais. Objetivo: Analisar os fatores condicionantes e os desafios para a criação e a manutenção de um living lab agroecológico numa universidade pública brasileira, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Metodologia: a pesquisa é qualitativa, exploratória e aplicada, estruturada como estudo de caso. Foram utilizadas pesquisa bibliográfica e documental, além de pesquisa de campo, com entrevistas semiestruturadas e análise de depoimentos de atores envolvidos com a agroecologia no campus da UFRJ. O referencial teórico-metodológico articula os conceitos de agroecologia, inovação social, living labs e regime de informação. Resultados: Os resultados evidenciam que as iniciativas em agroecologia da UFRJ são as de um living lab, operando como um ecossistema informacional complexo, marcado pela diversidade de atores, ambientes informacionais e práticas colaborativas, mas atravessado por fragilidades institucionais, descontinuidades e ausência de políticas informacionais integradas. Conclusão: A consolidação de living labs agroecológicos em universidades públicas requer o fortalecimento de dispositivos institucionais e informacionais que assegurem a continuidade das ações e a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, contribuindo para a transição ecológica e a democratização do conhecimento.@pt
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