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                    [0] => International rankings as information sources for university governance: an analysis of cultural biases and symbolic violence@en
                    [1] => Rankings internacionales como fuentes de información para la gobernanza universitaria: análisis de los sesgos culturales y de la violencia simbólica@es
                    [2] => Rankings internacionais como fontes de informação para a governança universitária: análise dos vieses culturais e da violência simbólica@pt
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                    [0] => This article analyzes the cultural biases embedded in international university rankings and discusses their effects on university governance from the perspectives of the Sociology of Science and Knowledge Organization. It argues that such rankings are not merely technical instruments of comparison, but also operate as forms of consecration and symbolic violence, while at the same time constituting specific modalities of Knowledge Organization Systems (KOS). Methodologically, the study is a bibliographic investigation of an analytical-interpretive nature, grounded in the international literature on university rankings and in a theoretical discussion focused on the classificatory and representational dimensions of these instruments. The results show that rankings, in addition to functioning as evaluation tools, tend to naturalize situated criteria as legitimate parameters of excellence, thereby reinforcing asymmetries of an anglophone, geopolitical, disciplinary, and reputational nature. It is concluded that their apparent objectivity conceals situated choices, with effects on recognition, institutional hierarchization, and university governance.@en
                    [1] => Se analizan los sesgos culturales presentes en los rankings universitarios internacionales y se discuten sus efectos sobre la gobernanza universitaria a partir de la Sociología de la Ciencia y de la Organización del Conocimiento. Se parte del entendimiento de que tales rankings no constituyen simples instrumentos técnicos de comparación, sino que operan como formas de consagración y violencia simbólica, al tiempo que constituyen modalidades específicas de Sistemas de Organización del Conocimiento (SOC). Metodológicamente, se trata de una investigación bibliográfica de carácter analítico-interpretativo, apoyada en la literatura internacional sobre rankings universitarios y en una discusión teórica orientada a las dimensiones clasificatoria y representacional de estos instrumentos. Los resultados muestran que los rankings, además de operar como instrumentos de evaluación, tienden a naturalizar criterios situados como parámetros legítimos de excelencia, reforzando asimetrías de naturaleza anglófona, geopolítica, disciplinar y reputacional. Se concluye que su aparente objetividad encubre elecciones situadas, con efectos sobre el reconocimiento, la jerarquización institucional y la gobernanza universitaria.@es
                    [2] => O artigo analisa os setores culturais presentes nos rankings universitários internacionais e discute seus efeitos sobre a governança universitária a partir da Sociologia da Ciência e da Organização do Conhecimento. Se parte do entendimento de que os rankings de contos não constituem simples instrumentos técnicos de comparação, mas operam como formas de consagração e violência simbólica, ao tempo que constituem modalidades específicas de Sistemas de Organização do Conhecimento (SOC). Metodologicamente, trata-se de uma investigação bibliográfica de caráter analítico-interpretativo, apoiada na literatura internacional sobre rankings universitários e em uma discussão teórica voltada para as dimensões classificatórias e representacionais desses instrumentos. Os resultados mostram que os rankings, além de operar como instrumentos de avaliação, têm critérios naturais estabelecidos como parâmetros legítimos de excelência, reforçando assimetrias de naturalidade anglo-americana, geopolítica, disciplinar e reputacional. Conclui-se que sua aparente objetividade cobre eleições situadas, com efeitos sobre o reconhecimento, a jerarquização institucional e o governo universitário.@pt
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