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                    [0] => Open science has become a foundational principle in research funding policies, which now require practices such as open access to publications, research data sharing, and the adoption of persistent identifiers. This study aims to analyze how these requirements have been operationalized by national and international funding agencies, highlighting both the challenges perceived by the agencies themselves and concrete implementation initiatives. A qualitative approach, based on a critical review of scientific and documentary literature, was employed to analyze four funding policies with different institutional and geographical scopes: the Aligning Science Across Parkinson’s (ASAP) initiative, with an international and institutional scope; Plan S, with a supranational scope; Colombia’s National Open Science Policy, with a national scope; and the guidelines of the São Paulo Research Foundation (FAPESP), with a state scope within Brazil. The policies were examined according to three categories: (1) types of requirements formulated (publications, data, licenses, persistent identifiers and data management plans); (2) mechanisms and challenges of implementation/monitoring; and (3) emerging practices and paths to institutionalization. The discussion addresses the role of funding agencies as catalysts for transforming the scientific ecosystem, particularly by fostering open practices and reconfiguring modes of scientific evaluation and dissemination. Although significant progress has been made, cultural, technical, and institutional barriers persist, requiring coordinated responses. This proposal contributes to the debate on balancing normative requirements, technical support, and epistemic inclusion in open science policies promoted by funding agencies.@en
                    [1] => La Ciencia Abierta se ha consolidado como un principio estructurante en las políticas de financiación de investigaciones, que han comenzado a exigir prácticas como el acceso abierto a publicaciones, el intercambio de datos de investigación y la adopción de identificadores persistentes. Este estudio tiene como objetivo analizar cómo esos requisitos se han operacionalizado por agencias de financiación nacionales e internacionales, destacando tanto los desafíos percibidos por las propias agencias como las iniciativas concretas de implementación. A partir de un enfoque cualitativo, basado en la revisión crítica de la literatura científica y documental, se analizaron cuatro políticas de financiación con diferentes alcances institucionales y geográficos: la iniciativa Aligning Science Across Parkinson’s (ASAP) de alcance internacional e institucional; el Plan S de alcance supranacional; la Política Nacional de Ciencia Abierta de Colombia, de alcance nacional; y las directrices de la Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que son de nivel estatal, en Brasil. Las políticas se examinaron según tres categorías: (1) tipos de requisitos formulados (publicaciones, datos, licencias, identificadores persistentes, y planes de gestión de datos); (2) mecanismos y desafíos de implementación/seguimiento; y (3) prácticas emergentes y caminos de institucionalización. El estudio discute el papel de las agencias de financiación como catalizadoras de la transformación del ecosistema científico, especialmente para la promoción de prácticas abiertas y reconfiguración de los modos de evaluación y difusión de la ciencia. Aunque se observan avances significativos, persisten barreras culturales, técnicas e institucionales que requieren respuestas articuladas. Esta propuesta contribuye al debate sobre el equilibrio entre la exigencia normativa, el apoyo técnico y la inclusión epistémica en las políticas de ciencia abierta promovidas por las agencias financiadoras.@es
                    [2] => A Ciência Aberta tem se consolidado como um princípio estruturante nas políticas de financiamento de pesquisas, que passaram a exigir práticas como o acesso aberto a publicações, o compartilhamento de dados de pesquisa e a adoção de identificadores persistentes. Este estudo objetiva analisar como essas exigências vêm sendo operacionalizadas por agências de fomento nacionais e internacionais, destacando tanto os desafios percebidos pelas próprias agências quanto as iniciativas concretas de implementação. A partir de uma abordagem qualitativa, com base na revisão crítica da literatura científica e documental, foram analisadas quatro políticas de financiamento com diferentes abrangências institucionais e geográficas: a iniciativa Aligning Science Across Parkinson’s (ASAP), de abrangência internacional e institucional;  o Plan S, de abrangência supranacional; a Política Nacional de Ciência Aberta da Colômbia, de abrangência nacional; e as diretrizes da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), de abrangência estadual, no Brasil. As políticas de financiamento foram analisadas à luz de três categorias: (1) tipos de exigências formuladas (publicações, dados, licenças, identificadores persistentes e planos de gestão de dados); (2) mecanismos e desafios de implementação/monitoramento; e (3) práticas emergentes e caminhos de institucionalização. Discute-se o papel das agências de fomento como catalisadoras de transformação no ecossistema científico, especialmente na indução de práticas abertas e na reconfiguração dos modos de avaliação e disseminação da ciência. Observa-se que, embora haja avanços importantes, persistem barreiras culturais, técnicas e institucionais que exigem respostas articuladas. A proposta contribui para o debate sobre o equilíbrio entre exigência normativa, suporte técnico e inclusão epistêmica nas políticas de ciência aberta promovidas por agências financiadoras.@pt
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