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                    [0] => Os objetivos deste artigo são: demonstrar quais são, o que vendem e como as Big Tech’s “made in USA” podem afetar o mundo e a vida cotidiana individual; apresentar como essas empresas nasceram como startups no mundo virtual “inventado” pelos investimentos estatais dos Estados Unidos; a partir daí, indicar os produtos digitais que as Big Tech’s criaram, os quais modelaram a sociedade do conhecimento e como vivemos hoje; e compreender as potencialidades que essas empresas reunidas pela sigla GAMAM tem para afetar a dinâmica mundial. A metodologia possui natureza exploratória com abordagem qualitativa, sedimentados em conhecimento teórico transdisciplinar de Ciência da Informação e Relações Internacionais. Os resultados obtidos foram: 1º) articular conceitos da Ciência da Informação e das Relações Internacionais, principalmente sobre economia política da informação e a ação soberana de Estados no mundo para; 2º) demonstrar como eles podem ser utilizados à análise do papel das Big Tech’s e suas tecnologias orientadas; 3º) ao exercício da governação algorítmica. Concluímos que o assunto é muito relevante para ser ignorado pela academia brasileira; faz-se necessário estudos transdisciplinares sobre os países ricos e suas companhias que dominam a arte da governança algoritimica; e, infelizmente, o Brasil está atrasado uma década nesta tarefa.@pt
                    [1] => The objectives of this article are: to demonstrate what they are, what they sell, and how Big Tech companies “made in the USA” can affect the world and individual daily life; to present how these companies were born as startups in the virtual world “invented” by US government investments; from there, indicate the digital products that Big Tech companies have created, which have shaped the knowledge society and how we live today; and understand the potential that these companies, grouped under the acronym GAMAM, have to affect global dynamics. The methodology is exploratory in nature with a qualitative approach, based on transdisciplinary theoretical knowledge of Information Science and International Relations. The results obtained were: 1) to articulate concepts of Information Science and International Relations, mainly on the political economy of information and the sovereign action of states in the world to; 2) demonstrate how they can be used to analyze the role of Big Tech companies and their oriented technologies; 3) to exercise algorithmic governance. We concluded that the subject is too relevant to be ignored by Brazilian academia; transdisciplinary studies are needed on rich countries and their companies that have mastered the art of algorithmic governance; and, unfortunately, Brazil is a decade behind in this task.@en
                    [2] => Os objetivos deste artigo são: demonstrar quais são, o que vendem e como as Big Tech’s “made in USA” podem afetar o mundo e a vida cotidiana individual; apresentar como essas empresas nasceram como startups no mundo virtual “inventado” pelos investimentos estatais dos Estados Unidos; a partir daí, indicar os produtos digitais que as Big Tech’s criaram, os quais modelaram a sociedade do conhecimento e como vivemos hoje; e compreender as potencialidades que essas empresas reunidas pela sigla GAMAM tem para afetar a dinâmica mundial. A metodologia possui natureza exploratória com abordagem qualitativa, sedimentados em conhecimento teórico transdisciplinar de Ciência da Informação e Relações Internacionais. Os resultados obtidos foram: 1º) articular conceitos da Ciência da Informação e das Relações Internacionais, principalmente sobre economia política da informação e a ação soberana de Estados no mundo para; 2º) demonstrar como eles podem ser utilizados à análise do papel das Big Tech’s e suas tecnologias orientadas; 3º) ao exercício da governação algorítmica. Concluímos que o assunto é muito relevante para ser ignorado pela academia brasileira; faz-se necessário estudos transdisciplinares sobre os países ricos e suas companhias que dominam a arte da governança algoritimica; e, infelizmente, o Brasil está atrasado uma década nesta tarefa.@es
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