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                    [0] => This article examines the military periodical O Soldado (1881) as a decisive discursive artifact in shaping the ethos of Brazil’s armed forces during the Second Empire. Based on issues preserved at the National Library’s Digital Hemerotheca (nos. 1, 2, 35, and 36, 1881), the study articulates press history, the sociology of power, and the philosophy of modernity. It shows that the military press went beyond an informative role to assume pedagogical and moral functions, transforming hierarchical obedience into communicative rationality. Drawing on Habermas, Foucault, Elias, Anderson, and Hobsbawm, the paper argues that O Soldado constituted a turning point between monarchical loyalty and republican awareness, translating ideals of discipline, science, and merit into public language. The newspaper stands as both a site of memory and a discursive monument where honor, merit, and technique intertwine as foundations of a disciplinary modernity. By turning duty into verb and verb into power, O Soldado reveals printed language as an instrument of institutional legitimacy and self-critique. The concept of the armed word denotes the fusion of rhetoric and power through which the Army recognizes itself as a historical and moral subject, producing its own modernity through writing.@en
                    [1] => Este artigo analisa o periódico O Soldado (1881) como artefato discursivo decisivo na constituição do ethos militar durante o Segundo Reinado. A partir da leitura de números preservados na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional (1, 2, 35 e 36, de 1881), articulam-se história da imprensa, sociologia do poder e filosofia da modernidade. Demonstramos que a imprensa militar ultrapassou o papel informativo e assumiu funções pedagógicas e morais, convertendo a obediência hierárquica em racionalidade comunicativa. À luz de Habermas, de Foucault, de Elias, de Anderson e de Hobsbawm, evidencia-se que O Soldado operou como ponto de virada entre lealdade monárquica e consciência republicana, traduzindo ideais de disciplina, de ciência e de mérito em linguagem pública. O jornal aparece como lugar de memória e como monumento discursivo nos quais honra, mérito e técnica se entrelaçam como fundamentos de uma modernidade disciplinar. Ao transformar dever em verbo e verbo em poder, O Soldado aplica a palavra impressa como instrumento de legitimação e de autocrítica institucional. O conceito de palavra armada, formulado neste estudo, designa a fusão entre retórica e poder por meio da qual o Exército se reconhece como sujeito histórico e como sujeito moral, produzindo, pela escrita, a própria modernidade.@pt
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