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Methods: Data collection began through advanced searches, using descriptors and the names of female politicians combined with the terms "fake news," linking "and" and "disinformation." This procedure was conducted from July 2022 to October 30, 2022. Additionally, fact-checking agencies such as Lupa and Aos Fatos were consulted to identify which disinformation was verified during this period.
Results: In summary, we identified several central points. Gender disinformation manifests in various formats, including manipulated images, distorted texts, and edited or cropped videos. It is observed that men predominated as actors in the dissemination of this disinformation. Pseudonyms are frequently used, providing a veil of anonymity to the perpetrators, making accountability processes difficult. The disinformation cycle involves several interconnected stages, beginning with the production of false content, followed by its diffusion through digital social networks. Initially, dissemination occurs in messaging apps such as WhatsApp, through audios, texts, and videos. Then, disinformation expands to platforms like Twitter/X, where it gains traction by adding links to fake websites, giving it an appearance of credibility. Subsequently, it reaches more visual digital social networks like YouTube, Instagram, and Facebook, where images and photos reinforce the misleading message, further expanding its reach and impact. Gender disinformation often questions the integrity and competence of women, as well as defaming and distorting their achievements. This insidious nature aims to undermine the image and credibility of women in the public sphere. The effects of gender disinformation include the propagation of harmful stereotypes, negatively affecting the public perception of women and their accomplishments.
Conclusions: Twitter/X facilitates political participation but faces challenges such as limited internet access in countries like Brazil. The research revealed difficulties due to changes in the platform, requiring manual data collection. Furthermore, the analysis shows that gender disinformation uses stereotypes to harm women, also affecting other groups like LGBTQIA+. Hate speech amplifies the negative effects on social networks. Algorithmic governmentality, based on big data, shapes behaviors and exacerbates social inequalities.@en
                    [1] => Objetivo: Identificar los mecanismos y estrategias empleados en la difusión de desinformación de género, a partir de la interpretación de los elementos, formatos y formas de los usuarios/interactores que constituyen el contexto de la desinformación de género.
Métodos: La recopilación de datos se inició mediante búsquedas avanzadas, utilizando descriptores y nombres de mujeres políticas combinados con los términos «noticias falsas», «y» y «desinformación». Este procedimiento se llevó a cabo entre julio y el 30 de octubre de 2022. Además, se consultó a organismos de verificación de datos como Lupa y Aos Fatos para identificar qué desinformación se verificó durante este periodo.
Resultados: En resumen, se identificaron varios puntos clave. La desinformación de género se manifiesta en diversos formatos, como imágenes manipuladas, textos distorsionados y vídeos editados o recortados. Se observa que los hombres predominan como actores en la difusión de esta desinformación. El uso frecuente de seudónimos proporciona un velo de anonimato a los perpetradores, lo que dificulta los procesos de rendición de cuentas. El ciclo de desinformación comprende varias etapas interconectadas, comenzando con la producción de contenido falso, seguida de su difusión a través de redes sociales digitales. Inicialmente, la diseminación ocurre en aplicaciones de mensajería como WhatsApp, mediante audios, textos y videos. Luego, la desinformación se expande a plataformas como Twitter/X, donde gana popularidad al añadir enlaces a sitios web falsos, otorgándole una apariencia de credibilidad. Posteriormente, llega a redes sociales digitales más visuales como YouTube, Instagram y Facebook, donde las imágenes y fotos refuerzan el mensaje engañoso, expandiendo aún más su alcance e impacto. La desinformación de género a menudo cuestiona la integridad y la competencia de las mujeres, además de difamar y distorsionar sus logros. Esta naturaleza insidiosa busca socavar la imagen y la credibilidad de las mujeres en la esfera pública. Los efectos de la desinformación de género incluyen la propagación de estereotipos dañinos, afectando negativamente la percepción pública de las mujeres y sus logros.
Conclusiones: Twitter/X facilita la participación política, pero enfrenta desafíos como el acceso limitado a internet en países como Brasil. La investigación reveló dificultades debido a los cambios en la plataforma, lo que requirió la recopilación manual de datos. Además, el análisis muestra que la desinformación de género utiliza estereotipos para perjudicar a las mujeres, afectando también a otros grupos como la comunidad LGBTQIA+. El discurso de odio amplifica los efectos negativos en las redes sociales. La gubernamentalidad algorítmica, basada en macrodatos, moldea comportamientos y exacerba las desigualdades sociales.@es
                    [2] => Objetivo: identificar os mecanismos e estratégias utilizados na disseminação de desinformação de gênero, a partir da interpretação dos elementos-usuários/interagentes, formatos, e formas que constituem o contexto de desinformação de gênero.
Método: A coleta de dados foi iniciada por meio da busca avançada, utilizando os descritores e os nomes das 12 deputadas federais mais votadas nas eleições de 2022 combinados com os termos "fake news", boleando “and” e "desinformação". Esse procedimento foi realizado no período de julho de 2022 até 30 de outubro de 2022.  Adicionalmente, foram consultadas agências de checagem, como a Lupa e Aos Fatos, visando identificar quais desinformações foram verificadas durante esse intervalo de tempo.
Resultado: Em síntese, identificamos diversos pontos centrais. A desinformação de gênero manifesta-se por meio de diversos formatos, incluindo imagens manipuladas, textos distorcidos e vídeos editados ou recortados. Observa-se que homens predominam como atores na disseminação dessa desinformação. Pseudônimos são frequentemente empregados, conferindo um véu de anonimato aos perpetradores, o que dificulta processos de responsabilização. O ciclo da desinformação envolve várias etapas interconectadas, começando pela produção do conteúdo falso, seguido por sua difusão por meio das redes sociais digitais. Inicialmente, a disseminação ocorre em aplicativos de mensagens como o WhatsApp, através de áudios, textos e vídeos. Em seguida, a desinformação se expande para plataformas como o Twitter/X, onde ganha tração com a adição de links para sites falsos, conferindo-lhe uma aparência de credibilidade. Posteriormente, alcança redes sociais digitais mais visuais, como YouTube, Instagram e Facebook, onde imagens e fotos reforçam a mensagem enganosa, ampliando ainda mais seu alcance e impacto. A desinformação de gênero questiona frequentemente a idoneidade e competência das mulheres, além de difamar e distorcer suas conquistas. Essa natureza insidiosa visa minar a imagem e a credibilidade das mulheres na esfera pública. Os efeitos da desinformação de gênero incluem a propagação de estereótipos prejudiciais, impactando negativamente a percepção pública das mulheres e suas realizações.
Conclusões: O Twitter/X facilita a participação política, mas enfrenta desafios como o acesso limitado à internet em países como o Brasil. A pesquisa revelou dificuldades devido a mudanças na plataforma, exigindo coleta manual de dados. Além disso, a análise mostra que a desinformação de gênero usa estereótipos para prejudicar as mulheres, também afetando outros grupos como LGBTQIA+. O discurso de ódio amplifica os efeitos negativos nas redes sociais. A governamentalidade algorítmica, baseada em big data, molda comportamentos e exacerba desigualdades sociais.@pt
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