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                                            [0] => This article investigates the relations of knowledge and power inscribed in the journalistic discourse of the news report “Palmas precisa de um salário mínimo de R$ 6.200 para garantir padrão digno de vida, aponta levantamento com base no custo da cesta básica” (Cappellesso, 2025). The issue goes beyond the economic dimension and reveals a field of discursive disputes in which statistical techniques, specialized knowledge, and media narratives produce truths, shape subjectivities, and legitimize political rationalities. The central objective is to examine how the news published by Diário Tocantinense operates as a dispositif of power, articulating technical and political dimensions in the definition of parameters of dignity. To this end, the archaeogenealogical method of Discourse Analysis is adopted, mobilizing the concepts of subjectivation, objectivation, and governmentality. The analysis demonstrates that subjectivation manifests itself through the constitution of the worker as a needy subject, whose experience is translated into technical diagnoses by specialists; objectivation appears in the reduction of life to economic indicators, such as working hours and the cost of the basic food basket; and governmentality reveals itself in the pedagogy of technical calculation, which naturalizes the equivalence between life and the market. The results indicate that, although the figure of R$ 6,200 denounces the wage gap, it also acts as a political operator of maintenance of neoliberal rationality, reinforcing the monoculture of economic knowledge and confining the political imaginary to technical adjustment. Therefore, the archaeogenealogy of the minimum wage in Palmas reveals not only a material deficit, but also a crisis of the imaginary, in which human dignity is captured by monetary metrics.
 
                                            [1] => El presente artículo investiga las relaciones de saber-poder inscritas en el discurso periodístico de la noticia “Palmas precisa de um salário mínimo de R$ 6.200 para garantir padrão digno de vida, aponta levantamento com base no custo da cesta básica” (Cappellesso, 2025). La problemática trasciende la dimensión económica y revela un campo de disputas discursivas en el que técnicas estadísticas, saberes especializados y narrativas mediáticas producen verdades, configuran subjetividades y legitiman racionalidades políticas. El objetivo central es examinar cómo la noticia publicada por el Diário Tocantinense opera como un dispositivo de poder, articulando dimensiones técnicas y políticas en la definición de parámetros de dignidad. Para ello, se adopta el método arqueogenealógico del Análisis del Discurso, movilizando los conceptos de subjetivación, objetivación y gubernamentalidad. El análisis demuestra que la subjetivación se manifiesta en la constitución del trabajador como sujeto carente, cuya experiencia es traducida en diagnósticos técnicos por especialistas; la objetivación aparece en la reducción de la vida a indicadores económicos, como las horas de trabajo y el costo de la canasta básica; y la gubernamentalidad se revela en la pedagogía del cálculo técnico, que naturaliza la equivalencia entre vida y mercado. Los resultados indican que, aunque la cifra de R$ 6.200 denuncia la defasaje salarial, también actúa como operador político de mantenimiento de la racionalidad neoliberal, reforzando la monocultura del saber económico y confinando el imaginario político al ajuste técnico. Por lo tanto, la arqueogenealogía del salario mínimo palmense comprende no solo un déficit material, sino también una crisis del imaginario, en la cual la dignidad humana es capturada por métricas monetarias.
                                            [2] => O presente artigo investiga as relações de saber-poder inscritas no discurso jornalístico presente na notícia “Palmas precisa de um salário mínimo de R$ 6.200 para garantir padrão digno de vida, aponta levantamento com base no custo da cesta básica” (Cappellesso, 2025). A problemática ultrapassa a dimensão econômica e revela um campo de disputas discursivas em que técnicas estatísticas, saberes especializados e narrativas midiáticas produzem verdades, moldam subjetividades e legitimam racionalidades políticas. O objetivo central é examinar como a notícia veiculada pelo Diário Tocantinense opera como dispositivo de poder, articulando dimensões técnicas e políticas na definição de parâmetros de dignidade. Para tanto, adota-se o método arqueogenealógico da Análise do Discurso, mobilizando os conceitos de subjetivação, objetivação e governamentalidade. A investigação demonstra que a subjetivação manifesta-se pela constituição do trabalhador como sujeito carente, cuja experiência é traduzida em diagnósticos técnicos por especialistas; a objetivação aparece na redução da vida a indicadores econômicos, como horas de trabalho e custo da cesta básica; e a governamentalidade revela-se na pedagogia do cálculo técnico, que naturaliza a equivalência entre vida e mercado. Os resultados indicam que, embora a cifra de R$ 6.200 denuncie a defasagem salarial, também atua como operador político de manutenção da racionalidade neoliberal, reforçando a monocultura do saber econômico e confinando o imaginário político ao ajuste técnico. Portanto a arqueogenealogia do salário mínimo palmense compreende não apenas um déficit material, mas uma crise de imaginário, na qual a dignidade humana é capturada por métricas monetárias.
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