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                    [0] => Analisamos como a esfera pública, conforme a definiu Habermas, foi alterada pela inauguração do mundo digital, a ponto de hoje ser mais bem caracterizada como uma “infosfera”. Discutimos como identificar um agente social a partir do entendimento habermasiano de agentes como sujeitos em um contexto comunicativo com capacidade de realizar o entendimento mútuo. Tendo esse contexto se estendido ao digital, fazemos uma reflexão sobre se outros mecanismos, como algoritmos e inteligências artificiais, podem assumir o papel de agentes. Resgatamos a visão do filósofo da informação Luciano Floridi, segundo a qual sistemas algorítmicos também são agentes, pois aceleram os fluxos informacionais entre indivíduos em uma velocidade em que a razão comunicativa tem dificuldade de processar. Avaliamos a proposta de Mendonça, Filgueiras e Almeida (2023), sobre algoritmos constituírem instituições. Para eles, algoritmos participam ativamente das ações e interações do cotidiano, embora se façam parecer artefatos tecnológicos, isentos, e não um produto intencional, programado convenientemente para o lucro. A infosfera pública surge ao se constatar que a vida já acontece em um contínuo entre esferas online e offline, e não há mecanismos sociais e econômicos que não estejam operando de forma interdependente entre o digital e o físico. A solução de regulamentação proposta por esses autores — e até mesmo a esperança de Floridi de que a autorregulação e as boas práticas seriam suficientes para direcionar eticamente a infosfera — ruíram e demonstraram que a estratégia instrumental daqueles que controlam os algoritmos impede a genuína ação comunicativa entre agentes. Apontamos como solução, a desprivatização do espaço digital.
 
Palavras-chave: Esfera pública. Infosfera. Agente social. Ética informacional.@pt
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