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                                            [0] => Currently, there is a lack of deeper reflections on how open science could be properly implemented in developing countries such as Brazil: the major discussions on the subject take place on the US-Europe axis, in English and rarely include the humanities. Our aim in this paper is to analyse whether open science is in fact beneficial for any area of knowledge and in any country, and if emerging countries can contemplate all aspects of open science as currently proposed by UNESCO. Our methodology was a literature review (keywords search), evoking the cases of globalisation and internationalisation, as well as existing criticisms of open science itself. As a result, we found that there were or are no real advantages, nor even apparent equal opportunities, between all the countries involved. We conclude that it may be counterproductive to accept the open science terms as they are currently presented by universities in the so-called developed countries without an in-depth discussion that takes into account the geopolitical and socioeconomic realities of each country and area of science, but that it is possible to take advantage of some specific open science ideas to improve research and publications in the Brazilian landscape.
                                            [1] => Atualmente faltam reflexões mais aprofundadas sobre como a ciência aberta poderia ser devidamente implementada em países em desenvolvimento como o Brasil: as grandes discussões sobre o tema acontecem no eixo Estados Unidos – Europa, em inglês e raramente incluem as ciências humanas. Nosso objetivo neste artigo é ponderar se a ciência aberta é de fato benéfica para qualquer área do conhecimento e em qualquer país, e se países emergentes podem contemplar todos os aspectos da ciência aberta conforme atualmente propostos pela UNESCO. Nossa metodologia foi uma revisão de literatura (com busca de palavras-chave), evocando os casos da globalização e da internacionalização, além de críticas já existentes à própria ciência aberta. Como resultado, percebemos que não houve ou há vantagens efetivas, ou mesmo igualdade aparente de oportunidades, entre todos os países envolvidos. Concluímos que pode ser contraproducente aceitar os termos da ciência aberta como é atualmente apresentada pelas universidades dos países ditos desenvolvidos sem uma discussão aprofundada que leve em conta as realidades geopolíticas e socioeconômicas de cada país e área da ciência, mas que é possível aproveitar algumas ideias pontuais da ciência aberta para melhorar pesquisas e publicações no cenário brasileiro.
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