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                    [0] => A pesquisa discute a relação entre subalternização e biopolítica no âmbito da construção de sistemas sociais de classificação na estrutura social que conformam as populações subalternizadas. Utiliza método teórico e exploratório, a partir do diálogo sobre a dialética entre abordagens estruturalistas e pós-estruturalistas de fabricação de sistemas sociais de classificação. Problematiza a estigmatização de corpos e subjetividades da população negra e de Lésbicas, Gays, Bi, Trans, Queer/Questionando, Intersexo, Assexuais/Arromânticas/Agênero, Pan/Poli, Não-binárias e mais, expostas à vulnerabilidade, pela produção de discursos manipulatórios induzidos por instituições científicas, médicas e jurídicas, componentes do dispositivo, permitindo a estruturação da sujeição. Expõe as estratégias das tecnologias de poder e a construção da anormalidade que possibilitaram os encadeamentos entre o dispositivo de sexualidade e o dispositivo de racialidade na elaboração dos sistemas de subalternização. Pondera sobre as relações de poder imbricadas a concepção de governo e as fissuras possibilitadoras de uma transformação do ser em sujeito moral por meio das “técnicas de si”. Debate o uso do discurso pelo biopoder e as biopolíticas como quadro de ferramentas desinformacionais. Reflete sobre o regime de visibilidade informacional proporcionado por recursos tecnológicos e digitais e pelo controle dessas tecnologias viabilizando o poder informacional que propicia o desenvolvimento do racismo algorítmico. Sugere como estratégia de luta, a adoção da competência crítica em informação, dado a inconstância e não totalidade sujeição dos seres subalternizados como instrumento para uma possível autonomia do sujeito.@pt
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