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                                    [description] => Este texto põe em relevo a literatura de cordel, uma literatura que aponta para uma plena articulação escrita e voz, fronteiras que, portanto, são rompidas. Nesse espaço movente, novos diálogos circulam e se expandem. As novas dinâmicas do cordel são frutos evidentes de um novo momento, difícil e marcado por muitas mudanças devastadoras sob o signo da violência. A violência salientada na literatura de cordel, sobretudo nos tempos atuais, é aquela da denúncia e da consciência de soltar urgentemente um forte grito, ainda um tanto aprisionado na garganta. Uma violência crítica e conscientizadora permeia as novas dinâmicas do cordel, que nunca é punitiva nem deve ser impositiva, como em alguns momentos talvez tenha sido quando cooptada, em alguns casos, e usada como arma de controle e de poder. Nesse sentido, aqui serão exemplificados dois poetas de traços marcantes na produção de um novo cordel: Antônio Vieira e Klévisson Viana.
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