Array
(
    [0] => stdClass Object
        (
            [journal] => stdClass Object
                (
                    [id_jnl] => 56
                )

        )

    [1] => stdClass Object
        (
            [section] => stdClass Object
                (
                    [section] => 1742
                )

        )

    [2] => stdClass Object
        (
            [title] => Array
                (
                    [0] => Porque é Tão Difícil Ter Boas Escolas@pt
                )

        )

    [3] => stdClass Object
        (
            [abstract] => Array
                (
                    [0] => Nesta recensão crítica do livro do autor Larry Cuban pretende-se, em primeiro lugar, destacar as preocupações do autor da reforma educativa do sistema americano, através da implantação das tecnologias de informação e comunicação, com a distribuição de microcomputadores nas salas de aula destinados ao desenvolvimento da aprendizagem dos alunos do ensino elementar. Descreve-se o ambiente político e educativo após a segunda guerra mundial e o mesmo panorama no século dezanove quando surgiu o movimento das escolas eficazes e, no século vinte, quando se tentou consciencializar as escolas da importância da situação salarial dos professores e do empenho dos administradores na gestão escolar. Fomentando políticas de eficiência laboral dos professores e social para as minorias éticas, o objectivo era melhorar as escolas de modo a formar indivíduos que seguissem carreiras profissionais bem remuneradas e, consequentemente, pudessem contribuir para a melhoria económica do país. Realçam-se os esforços do autor em prol da igualdade social dos alunos e de oportunidades de aprendizagem por parte das minorias étnicas, grosso modo negras, numa América onde já fervilhava o fermento da revolta social da população negra dos subúrbios. Apresentando como exemplo escolas onde ele próprio exerceu a actividade docente, incentivou a prática da democracia e o desenvolvimento de crenças e valores que podiam apoiar a qualificação de “boas” escolas elementares especificamente em relação ao ensino de disciplinas fundamentais, tais como a matemática e a leitura. A qualificação de “boas” escolas não se limitava referindo-se aos professores e alunos, mas estendia-se aos gestores escolares, pessoal escolar e à família. Em segundo lugar, extrapolando para o contexto nacional, apontam-se elogios, mais do que críticas, ao uso dos “laptops” nas escolinhas portuguesas, como principal centro da escolaridade na construção da literacia na sala de aula e no apoio às dificuldades de aprendizagem dos alunos. Esta política valeu apenas num ano escolar, tem-se estendido a todas as escolas do ensino básico e alguns níveis do ensino secundário e não visou os menos favorecidos, mas todos quantos se candidataram ao programa. Num país de estratificação social e étnica homogénea, pelo menos, à vista “desarmada”, o programa teve tanta aceitação como nos países onde foi também implementado, por um lado pela novidade, por outro pela vontade de adesão. Sublinha-se o empenho do governo na concretização de uma reforma educativa há muito desejada e dificultada pela resiliência à mudança, que engloba não só os professores e alunos, mas também os gestores escolares e políticos de educação. A reforma educativa deve abranger todos os quadrantes, desde a escola até à participação familiar. Cada um deve empenhar-se na sua quota parte, tanto a escola como o professor, alunos e a família. Critica-se a atitude dos que resistem à mudança e não contribuem para o desenvolvimento do país num compromisso informal para o bem-estar social, económico e democrático. Apontam-se algumas atitudes de abertura conducentes ao bem-estar em geral num futuro globalizante, que não podem necessariamente ser classificadas de utópicas ou de optimismo ingénuo.@pt
                )

        )

    [4] => stdClass Object
        (
            [author] => Array
                (
                    [0] => Edma A. Satar
                )

        )

    [5] => stdClass Object
        (
            [subject] => Array
                (
                )

        )

    [6] => stdClass Object
        (
            [source] => stdClass Object
                (
                    [vol] => 
                    [nr] => 
                    [year] => 2010
                    [theme] => 
                )

        )

    [7] => stdClass Object
        (
            [datePub] => Array
                (
                    [0] => 2017-04-03
                )

        )

    [8] => stdClass Object
        (
            [DOI] => Array
                (
                )

        )

    [9] => stdClass Object
        (
            [http] => Array
                (
                    [0] => stdClass Object
                        (
                            [type] => HTTP
                            [value] => Array
                                (
                                    [0] => https://ojs.letras.up.pt/index.php/prismacom/article/view/2035
                                )

                        )

                    [1] => stdClass Object
                        (
                            [type] => HTTP
                            [value] => Array
                                (
                                    [0] => https://ojs.letras.up.pt/index.php/prismacom/article/view/2035/3030
                                )

                        )

                )

        )

    [10] => stdClass Object
        (
            [language] => Array
                (
                    [0] => pt
                )

        )

    [11] => stdClass Object
        (
            [license] => Array
                (
                    [0] => stdClass Object
                        (
                            [@xml:lang] => pt-PT
                            [#text] => Direitos de Autor (c) 2010 Revista PRISMA.COM
                        )

                )

        )

)