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[0] => “PORQUE EU SOU É HOMEM”: CATEGORIZAÇÕES DAS NOVAS MASCULINIDADES NO TWITTER@nn
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[0] => Quais as novas categorias da masculinidade expostas no Twitter e como podemos analisá-las a partir dos estudos de gênero e folksonomia? Essa é a questão que este trabalho busca resolver, e cujo objetivo é categorizar as novas masculinidades que emergiram na sociedade contemporânea, tendo como base a mídia social Twitter. Para tanto, foram mapeadas as publicações etiquetadas pelas hashtags #redpill, #incel, #alpha, #beta #sigma e #MGTOW e, posteriormente, analisados os discursos das postagens a partir dos mitos da masculinidade de JJ Bola (2021) e colonialidade de gênero de Geni Longhini (2022). Trata-se de uma pesquisa documental de natureza exploratória e descritiva, na qual as publicações foram coletadas via estratégias de busca contendo termos e hashtags utilizadas pela comunidade online da cultura redpill, a saber: redpill, bluepill, incel, sigma, beta e outros. Os resultados demonstraram que a convergência de mitos sobre a masculinidade, a colonialidade de gênero e comportamentos disfuncionais no modelo cognitivo de Beck revela uma estreita relação entre a violência de gênero e a subjetividade masculina construída pela herança colonial. Exemplos desses métodos são as comunidades socioinformacionais em ambientes digitais que exaltam perfis de masculinidades, como red pills, MGTOW, incels, alphas, betas e sigmas, que revelam novas formas de opressão e manutenção do poder masculino sobre outras identidades de gênero. Esses discursos são embasados em deturpação da verdade e práticas discursivas colonizadoras vinculadas ao racismo, sexismo, LGBTQIA+fobia e ao supremacismo branco. Palavras-chave: gênero; masculinidade; folksonomia; organização do conhecimento; categorização das novas identidades de masculinidade.@pt
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[0] => Autores que submetem a esta conferência concordam com os seguintes termos:
a) Autores mantém os direitos autorais sobre o trabalho, permitindo à conferência colocá-lo sob uma licença Licença Creative Commons Attribution, que permite livremente a outros acessar, usar e compartilhar o trabalho com o crédito de autoria e apresentação inicial nesta conferência.
b) Autores podem abrir mão dos termos da licença CC e definir contratos adicionais para a distribuição não-exclusiva e subseqüente publicação deste trabalho (ex.: publicar uma versão atualizada em um periódico, disponibilizar em repositório institucional, ou publicá-lo em livro), com o crédito de autoria e apresentação inicial nesta conferência.
c) Além disso, autores são incentivados a publicar e compartilhar seus trabalhos online (ex.: em repositório institucional ou em sua página pessoal) a qualquer momento antes e depois da conferência.
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