Array
(
    [0] => stdClass Object
        (
            [journal] => stdClass Object
                (
                    [id_jnl] => 75
                )

        )

    [1] => stdClass Object
        (
            [section] => stdClass Object
                (
                    [section] => 1527
                )

        )

    [2] => stdClass Object
        (
            [title] => Array
                (
                    [0] => REFLEXÕES ATUAIS SOBRE O MUSEU-ESPETÁCULO: ENTRE A CULTURA DE MASSA E O DISPOSITIVO DE MEDIAÇÃO@nn
                )

        )

    [3] => stdClass Object
        (
            [abstract] => Array
                (
                    [0] => Nas últimas décadas, as manifestações do espetáculo nos museus foram associadas ao fenômeno de espetacularização da sociedade, notadamente por suas consequências: a alienação, a massificação, o simulacro e o consumo acrítico. Embora o tema tenha se popularizado na década de 1960, com a publicação de A Sociedade do Espetáculo, de Guy Debord, sua análise crítica continua relevante e atual. Nos museus, foi somente a partir das décadas de 1980 e 90 que a espetacularização passou a ser mais debatida, com o avanço das novas tecnologias associadas aos projetos de exposição. Nesse meio, “espetáculo” e “espetacularização” costumam ser entendidos como sinônimos de “Museu-Espetáculo”. Tais acepções, porém, são ambíguas. A percepção redutora do fenômeno costuma restringi-lo à comunicação, por vezes ignorando aspectos sociais, culturais, históricos, éticos e políticos. Sob tal problemática, este trabalho relata parte das reflexões elaboradas durante pesquisa de doutorado em Museologia e Patrimônio, que teve como objetivo analisar o Museu-Espetáculo como fenômeno social e cultural. Partiu-se de pesquisa qualitativa, exploratória e explicativa-observacional. Sugere-se que o Museu-Espetáculo é um fenômeno comum a qualquer museu. Considera-se que a ontogênese do espetáculo, como fenômeno cultural, se manifesta como “ancestral comum” a diversas formas de expressão, dentre elas o museu e o teatro. Entretanto, por sua ambiguidade, o Museu-Espetáculo tanto pode servir à indústria do turismo e do entretenimento como se estabelecer como dispositivo de mediação e socialização crítica e emancipadora sobre as “realidades” sociais, políticas, culturais e ambientais.    Palavras-chave: Museu-Espetáculo; museu e museologia; espetacularização.@pt
                )

        )

    [4] => stdClass Object
        (
            [author] => Array
                (
                    [0] => Charles Narloch
                    [1] => Teresa Cristina Scheiner
                )

        )

    [5] => stdClass Object
        (
            [subject] => Array
                (
                )

        )

    [6] => stdClass Object
        (
            [source] => stdClass Object
                (
                    [vol] => 
                    [nr] => nacional
                    [year] => 
                    [theme] => 
                )

        )

    [7] => stdClass Object
        (
            [datePub] => Array
                (
                    [0] => 2024-03-26 20:19:39
                )

        )

    [8] => stdClass Object
        (
            [DOI] => Array
                (
                )

        )

    [9] => stdClass Object
        (
            [http] => Array
                (
                    [0] => stdClass Object
                        (
                            [type] => HTTP
                            [value] => Array
                                (
                                    [0] => https://ancib.org/enancib/index.php/enancib/xxxiiienancib/paper/view/1592
                                )

                        )

                )

        )

    [10] => stdClass Object
        (
            [language] => Array
                (
                    [0] => pt
                )

        )

    [11] => stdClass Object
        (
            [license] => Array
                (
                    [0] => Autores que submetem a esta conferência concordam com os seguintes termos:
a) Autores mantém os direitos autorais sobre o trabalho, permitindo à conferência colocá-lo sob uma licença Licença Creative Commons Attribution, que permite livremente a outros acessar, usar e compartilhar o trabalho com o crédito de autoria e apresentação inicial nesta conferência.
b) Autores podem abrir mão dos termos da licença CC e definir contratos adicionais para a distribuição não-exclusiva e subseqüente publicação deste trabalho (ex.: publicar uma versão atualizada em um periódico, disponibilizar em repositório institucional, ou publicá-lo em livro), com o crédito de autoria e apresentação inicial nesta conferência.
c) Além disso, autores são incentivados a publicar e compartilhar seus trabalhos online (ex.: em repositório institucional ou em sua página pessoal) a qualquer momento antes e depois da conferência. ) ) )