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[0] => Este artigo apresenta considerações sobre a cultura material, os objetos, a biografia das coisas e a atribuição de valores ao bem patrimonial ferroviário. Traz luz de pesquisa para os valores e representatividades do seguinte patrimônio: Locomotiva Zezé Leone, estacionada na Estação Central, em Santos Dumont, MG. O objetivo geral proposto no artigo buscou responder: os objetos e as coisas, detentores de novos valores, além dos primeiros usos, podem ser considerados patrimônios contadores de histórias e que marcam a memória individual e coletiva? Traz no alicerce teórico: Morin (1969), Greenblatt (1991), Gonçalves (2007), Stallybrass (2008), Baudrillard (2009). Utilizou-se no processo metodológico, a revisão bibliográfica para, em seguida, trazer as análises qualitativas. Na pesquisa de campo (2022 e 2023), foram aplicadas 29 entrevistas que, após transcritas e compiladas, foram trabalhadas no Software Atlas Ti., (2023). Percebe-se a afetividade que a relação Locomotiva/comunidade produziu no passado que, de posse de novos valores, traz ressonância e encantamento no tempo presente. Assim, pode-se afirmar que o bem ferroviário vem adquirindo, após os usos primeiros na ferrovia, novos valores, como: valor de memória, valor afetivo e valor museal, entre outros, identificados juntos aos participantes da pesquisa. Assim, de posse de novos valores, o patrimônio ferroviário produz ressonâncias que refletem tanto na memória individual, quanto na memória coletiva. A relevância do estudo trafega nas questões de se compreender os valores adquiridos pelo patrimônio ferroviário e as ressonâncias que ecoam e podem alcançar novas estações, como a estação da preservação, da musealização e do turismo. Palavras-chave: cultura material; patrimônio ferroviário; valores.@pt
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