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                    [0] => A partir de pesquisa em andamento, dedicada à delimitação do conceito de Arquivos de Casais, o presente estudo, com base na revisitação terminológica e bibliográfica sobre os conceitos de Arquivos Privados e Arquivos Pessoais deparou-se com a tradição dos chamados Arquivos de Família, especialmente presentes tanto em parte da Europa quanto nos EUA. Diante disso, identificou-se a ausência de tais acervos documentais no país, que apesar de apresentar vasta bibliografia, instituições especializadas e métodos pioneiros sobre o tratamento aplicado aos arquivos pessoais, veicula de forma irrisória estudos ou protocolos práticos acerca dos arquivos de família. Diante disso, após exercício comparativo entre o Brasil, a península-ibérica europeia e os EUA, mapeou-se o estado da arte nas três localidades e após os resultados obtidos, teceu-se a reflexão sobre a representatividade da memória de indivíduos e coletivos a partir dessas subclassificações presentes nos arquivos privados e em suas instituições de guarda. As hipóteses iniciais para a predominância do tratamento dos arquivos pessoais no Brasil em detrimento dos arquivos de família europeus e estadunidenses voltam-se para os processos de formação cultural, política e econômica de cada país. Nesse processo, estabelece-se o diálogo entre a construção de espaços de memória como espaços de representações de poder.@pt
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                    [0] => Autores que submetem a esta conferência concordam com os seguintes termos:
a) Autores mantém os direitos autorais sobre o trabalho, permitindo à conferência colocá-lo sob uma licença Licença Creative Commons Attribution, que permite livremente a outros acessar, usar e compartilhar o trabalho com o crédito de autoria e apresentação inicial nesta conferência.
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c) Além disso, autores são incentivados a publicar e compartilhar seus trabalhos online (ex.: em repositório institucional ou em sua página pessoal) a qualquer momento antes e depois da conferência. ) ) )