Array
(
[responseDate] => 2024-11-19T13:37:28Z
[request] => https://ancib.org/enancib/index.php/enancib/xxxiiienancib/oai
[GetRecord] => SimpleXMLElement Object
(
[record] => SimpleXMLElement Object
(
[header] => SimpleXMLElement Object
(
[identifier] => oai:ocs.enancib.ancib.org:paper/380
[datestamp] => 2021-12-07T13:15:36Z
[setSpec] => enancib:xxienancib:GT 5
)
[metadata] => SimpleXMLElement Object
(
[dc] => SimpleXMLElement Object
(
[title] => “Estado de mediação”, Autismo e a circulação da informação no Censo
[creator] => Array
(
[0] => Fernanda Valle; Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em associação com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)
[1] => Marcia Quintslr; Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em associação com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)
[2] => Gustavo Saldanha; Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio)
)
[description] => A quantificação e a caracterização das pessoas autistas constituem lacunas das estatísticasoficiais brasileiras diante da necessária mediação da informação voltada a esse público, perpassandoinstituições informacionais, Estado e sociedade civil. Preenchê-las é consistente com os Objetivos doDesenvolvimento Sustentável, da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas. No Brasil hámobilização para a investigação do autismo através do Censo Demográfico. O artigo, a partir de umaabordagem teórico-conceitual, analisa a pertinência desse mapeamento, considerando acomplexidade da mediação, circulação e apropriação da informação estatística no escopo do logosinformacional autista. Sustentam a análise, o enfoque crítico ontológico dos conceitos de “informe”,de Menezes, e de sujeito informacional, de Rendón Rojas. Discute-se a dimensão sociopolítica daconstituição do ser autista dentro do universo da informação e, portanto, da necessária mediçãoestatística, aqui inserida na macro-discussão da mediação informacional. Sob essa dimensão se associaàs estatísticas a categoria de uso da informação “constitutivo da sociedade”, proposta por Braman. Anoção de informação a partir de Dantas, Wilden e Vieira Pinto, bem como o pensamento crítico emdemografia deste último, abarca a circulação e a apropriação social das estatísticas. Este complexo deabordagens e autorias conduz à metáfora-ferramenta “Estado de mediação” para discutir o “informe”da condição autista na pólis, permitindo identificar que o Censo requer complemento por outras fontespara a circulação de informação para propiciar a desejada visibilidade ao autismo ainda que imerso namacro representação política das existências.
[publisher] => Enancib
[contributor] => Conselho Nacional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj)
[date] => 2021-08-30 21:38:08
[type] => Documento avaliado pelos pares
[format] => application/pdf
[identifier] => https://ancib.org/enancib/index.php/enancib/xxienancib/paper/view/380
[source] => Enancib; XXI Encontro Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação
[language] => pt
[rights] => Autores que submetem a esta conferência concordam com os seguintes termos:
a) Autores mantém os direitos autorais sobre o trabalho, permitindo à conferência colocá-lo sob uma licença Licença Creative Commons Attribution, que permite livremente a outros acessar, usar e compartilhar o trabalho com o crédito de autoria e apresentação inicial nesta conferência.
b) Autores podem abrir mão dos termos da licença CC e definir contratos adicionais para a distribuição não-exclusiva e subseqüente publicação deste trabalho (ex.: publicar uma versão atualizada em um periódico, disponibilizar em repositório institucional, ou publicá-lo em livro), com o crédito de autoria e apresentação inicial nesta conferência.
c) Além disso, autores são incentivados a publicar e compartilhar seus trabalhos online (ex.: em repositório institucional ou em sua página pessoal) a qualquer momento antes e depois da conferência.
)
)
)
)
)