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                                    [description] => O trabalho analisa a distribuição, na hierarquia do campo político, de candidatas às prefeituras no período de 2000 a 2016. Para isto, constitui-se um arcabouço teórico a partir da concepção de campo e capital político e de habitus de Pierre Bourdieu, e nos conceitos de oferta e demanda apropriados por teóricas feministas para tratar do recrutamento de candidatas pelos partidos. Para esta análise, realizaram-se, a partir dos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estatísticas descritivas. Sob o aspecto da oferta, consideraram-se as variáveis grau de instrução, carreira e área de atuação. A demanda foi medida pelas taxas de crescimento das candidaturas femininas e sua distribuição hierárquica no campo político, a qual foi estabelecida a partir do tamanho e região do município, UF e o porte do partido. Verificou-se, ao final, que a participação feminina cresce, mas em posições hierárquicas inferiores: municípios micros e pequenos, UFs com PIBs mais baixos e partidos nanicos. Portanto, o campo político é um espaço ainda de predomínio masculino, no qual se observa a segregação de gênero, que reforça e mantém as candidatas em posições hierárquicas inferiores.Palavras-chave: Representação política. Mulheres. Prefeituras brasileirasLink:http://revista.ibict.br/inclusao/article/view/4110/3730
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                                    [rights] => Copyright (c) 2019 Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia
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