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                    [1] => Medios, UPP y mega eventos: estrategias discursivas de la legitimación de una política de seguridad pública@es
                    [2] => Mídia, UPPs e megaeventos: estratégias discursivas de legitimação de uma política de segurança pública@pt
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                    [0] => Between 2007 and 2016, the Rio de Janeiro joinedthecircuitofinternationalsportsmegaevents. Sincethen, thethreelevelsofgovernmenthavebeenpromoting a series ofpublic policies to reconfigure aestheticsandurbanplanningthecity. Discursively, thestrategyinvolvesthere-foundationofthe "Wonderful City" andtheexaltationofthe Rio alludedpicturesqueattributessuch as friendliness, irreverenceandhospitality. Besidesthealreadyknownicons, whichreferto a cultureofhedonism, like samba, carnivalandfootball, the favela becomesanotherelementtobeincorporatedintothe“carioca branding”. Toattracttourists, investorsandattendthelawandorderthe carioca elite´sdemands, however, theongoingprojecthasas mainsupportthepoliceoccupationofthoseslums: theUPPs (Police UnitsPacification), which, whilethatallowaccesstothe elite areashithertoconsideredviolent, promotethemigrationofresidentsoflowerincometo more remoteandpoorneighborhoods. The guideline in force thenbecomestheconsumption as a prerequisiteofcitizenship: accesstothe "Marvelous City", socovetedaroundthe world, isrestrictedto a smallportionofthepopulation.@en
                    [1] => Entre 2007 y 2016, Río de Janeiro se unió al circuito de grandes eventos deportivosinternacionales. Desde entonces, lostres niveles de gobiernohanestado promoviendo una serie de políticas públicas para volver a configurar laestética y laplanificación urbana de laciudad. Discursivamente, laestrategia consiste enlarefundación de la "CiudadMaravillosa" y laexaltación delosaludidos atributos pintorescos como laamabilidad, la irreverencia y lahospitalidad. Además de losiconosyaconocidos, que se refieren a una cultura del hedonismo, como la samba, el carnaval y elfútbol, ??la favela se convierteenun elemento más para ser incorporado ala marca Rio. Para atraer a los turistas, los inversores y cumplirconlas demandas de laley y elorden delaélite carioca, sin embargo, elproyectoen curso cuenta fundamentalmente conlaocupación policial de esasfavelas: la UPP (Unidades de Policía Pacificadora), que, aunque que permitenelacceso a las zonas de élite hasta entonces considerados violentos, promover lamigración de los residentes de bajosingresos a losbarrios más pobres y remotos. La lógica en vigor se convierteentoncesenel consumo como un requisito previo de laciudadanía: elacceso a la "CiudadMaravillosa", por locodiciadoen todo el mundo, se limita a una pequeña parte de lapoblación.@es
                    [2] => Entre 2007 e 2016, o Rio de Janeiro ingressou no circuito dos megaeventos esportivos internacionais. A partir de então, as três esferas governamentais vêm promovendo uma série de políticas públicas de modo a reconfigurar estética e urbanisticamente a cidade. Discursivamente, a estratégia envolve a refundação da “Cidade Maravilhosa” e a exaltação dos aludidos atributos pitorescos do carioca, tais como simpatia, irreverência e hospitalidade. Além dos já conhecidos ícones, que remetem a uma cultura do hedonismo, como samba, carnaval e futebol, a favela torna-se outro elemento a ser incorporado ao branding carioca. Para atrair turistas, investidores e atender às demandas de lei e ordem da elite carioca, contudo, o projeto em curso conta, fundamentalmente, com a ocupação policial dessas mesmas favelas: as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), que, ao mesmo tempo em que permitem o acesso das elites a áreas até então consideradas violentas, promovem a migração dos moradores de menor poder aquisitivo para bairros mais afastados e precários. A lógica em vigor passa a ser então a do consumo como pré-requisito da cidadania: o acesso à “Cidade Maravilhosa”, tão cobiçada por todo o mundo, fica restrito a uma pequena parcela da população.@pt
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